Cadastro Nacional de Centros de Pesquisa Clínica (CNCPC)
Base nacional de informações sobre os centros que fazem pesquisa clínica no Brasil: onde estão e o que são capazes de realizar.
O cadastro ainda não está aberto
A metodologia do mapeamento nacional foi aprovada em 5 de outubro de 2026. A coleta de informações dos centros será feita por meio de edital de chamamento público, previsto para até o fim de 2026. A publicação do edital será informada nesta página.
Sobre o cadastro
O CNCPC vai reunir informações sobre infraestrutura, atuação, abrangência territorial e competências técnicas dos centros de pesquisa clínica públicos e privados do país. Os dados vão apoiar o planejamento de políticas públicas e de investimentos e o desenvolvimento de medicamentos, vacinas e tratamentos para o Sistema Único de Saúde (SUS).
O cadastro faz parte do Programa Nacional de Pesquisa Clínica (PPClin) e é coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE) do Ministério da Saúde. Está prevista a criação de um banco de dados público sobre os centros de pesquisa clínica.
Fonte: Ministério da Saúde define estrutura metodológica para mapear centros de pesquisa clínica no país (notícia do Ministério da Saúde, 13/10/2026).
Quem pode se cadastrar
Centros de pesquisa clínica públicos e privados de todo o país. Os critérios de participação serão definidos no edital de chamamento público.
Mapear
Saber onde estão os centros de pesquisa clínica e como se distribuem pelas regiões do país.
Descrever
Registrar, de forma padronizada, as áreas de atuação, a infraestrutura e as equipes de cada centro.
Conectar
Dar visibilidade aos centros e aproximar instituições, pesquisadores e gestores.
Apoiar decisões
Oferecer dados confiáveis para o planejamento e o fomento à pesquisa clínica no SUS.
Quem conduz o mapeamento
O trabalho é coordenado pela SCTIE do Ministério da Saúde e executado pela Faculdade de Medicina de Botucatu da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (FMB/Unesp), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A metodologia foi validada em oficina com especialistas e representantes de centros de pesquisa, comunidade científica, hospitais, entidades profissionais e setor produtivo.